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Temer não renuncia para tentar manter o foro privilegiado.

Temer não renuncia para tentar manter o foro privilegiado.


Temer não renuncia para tentar manter o foro privilegiado.

O Presidente já tinha conversado com alguns ministros de Estado sobre o assunto. O Governo sofre aguda crise política e Ministros começam a pedir demissão.

Rejeitado por 92% dos brasileiros, antes de ser flagrado cometendo crimes em série, Michel Temer nega a renúncia, pedida até pelos aliados, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; já se sabe que ele avalizou a compra do silêncio de Eduardo Cunha, a venda de cargos públicos em troca de propina e o vazamento da taxa de juros do Banco Central; três ministros, Bruno Araújo, Raul Jungmann e Roberto Freire, já pediram demissão; investigado pela PGR, Temer não renuncia para tentar manter o foro privilegiado; nas próximas horas, deve ser divulgado o áudio em que ele discute com Joesley Batista, da JBS, a compra do silêncio de Cunha.

Temer se sente ofendido com as denúncias e diz que deseja a liberação de tudo que dizem ter como provas.  Ele afirma que não induziu o pagamento de mesadas ou propina. Contudo a cada 30 min, uma bomba política estoura no Governo Temer. O fato é, sem apoio político, o Governo não conseguirá ir adiante.

"No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo", declarou.

"Meu governo viveu nesta semana seu melhor e seu pior momento", disse Temer, em referência a indicadores de inflação, emprego e desempenho da economia e à revelação da delação dos donos da JBS. "Todo o esforço para tirar o país da recessão pode se tornar inútil", afirmou.

Com a decisão de Fachin, Temer passou formalmente à condição de investigado na Operação Lava Jato. Ainda não há detalhes sobre a decisão.

Além disso, tanto parlamentares da oposição quanto da base aliada passaram a defender a saída de Temer por meio de renúncia ou impeachment.

Pela Constituição, se o presidente renunciar ou sofrer impeachment, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assume interinamente a Presidência e tem de convocar novas eleições.

RTV Brasil André Bomfim.



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